Bio

English

 

Sao Paulo, 1982.

From 2012 to 2016 based in Lima.

Since 2017 lives and works in Lisbon.

 

Letícia Larín has a bachelor’s degree and a graduation in Visual Arts (Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP, Sao Paulo, 2001-2004, and 2008), held an exchange at the École Nationale Supérieure des Beaux-Arts, ENSBA (Paris, 2004-2005), and took a master’s degree in Art History at Pontifical Catholic University of Peru, PUCP (Lima, 2012 to 2013). Currently she is developing her PhD project at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, FBAUL.

In 2018, the artist presented a performance at 515 Bendix (Los Angeles), in 2017 and in 2016, at the Portuguese Language Festivals (Almodôvar), in 2017 at the ABLI – Lima Art Biennial, in 2016 at Gallery NNM (Lima), among others. In 2018 she participated in the Paul Artspace (St. Louis, MO) residency, and in 2016, in the Atalaia Artes Performativas (Almodôvar, PT) and Rat Puerto Mitla Residencias Artísticas (Mexico City) residencies.

Her main individual exhibitions were in Lima – Ricardo Palma Cultural Center (2018) and Socorro Espacio Polivalente (2015) -, and in 2017 she presented two large installations in Portugal (Casa da Cultura, Ílhavo, and INATEL building, Braga). The artist participates in collective exhibitions in Portugal since 2017, in Peru since 2014 and in Brazil since 2002, among which stands out Loops Lisboa – 4ª edição (MNAC, Lisboa, 2018), Concurso de Arte Contemporâneo Joven (CCRP, Lima, 2014) and Paradoxos Brasil – Rumos Artes Visuais 2005/2006 (CDMAC, Fortaleza, Paço Imperial , RJ, Instituto Itaú Cultural, SP).

 

Letícia Larín’s production is transparent to its creative process. The artist’s attention with respect to personal questions foment her social concern, resulting in the awareness of the social function of the artist. Her method elaborates according that of the mythical creation, or of the thought’s constitution, juxtaposing disconnected layers to institute meanings. Her pieces are usually amenable to multiple interpretations, demonstrating an interest on encourage the audience to articulate their own ideas. This lack of meaning often results in an ironic key.

Larín creates schemes of democratic interest, either by practicing appropriation not as robbery, but as an awareness of the contaminated nature of the creative process, whether by combining conceptual structures with naïve aesthetics, everyday actions with erudite contents, useful with useless, etc. Her projects show an affective dimension, and foster a system in which capital contemplates the emotional spectrum, and in which justice does not depend on human character. Taking Beuys’ notion of plastic society, in which artistic actuation emerges in people as a responsible existence, the artist’s work confronts apathy through intersection of these hybrid aspects that characterize its form.

 

Español

 

Sao Paulo, 1982.

De 2012 a 2016 residió en Lima.

Desde 2017 vive y trabaja en Lisboa.

 

Letícia Larín es bachiller y licenciada en Artes Visuales (Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP, Sao Paulo, 2001 a 2004, y 2008), realizó un intercambio en la École Nationale Supérieure des Beaux-Arts, ENSBA (Paris, 2004 a 2005), y ha cursado la maestría en Historia del Arte de la Pontificia Universidad Católica del Perú, PUCP (Lima, 2012 a 2013). Atualmente ella desarrolla su proyecto de doutorado en la Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, FBAUL.

En el 2018, la artista presentó una performance en el 515 Bendix (Los Angeles), en el 2017 y en el 2016, en los Festivais da Língua Portuguesa (Almodôvar), en el 2017 en ABLI – Bienal de Arte de Lima, en 2016 en la NNM Galeria (Lima), entre otros. En el 2018 ella realizó la residencia Paul Artspace (St. Louis, MO), y en el 2016, la Atalaia Artes Performativas (Almodôvar, PT) y la Rat Puerto Mitla Residencias Artísticas (Ciudad de México).

Sus principales muestras individuales fueron en Lima – Centro Cultural Ricardo Palma (2018) y Socorro Espacio Polivalente (2015) –, y en el 2017, ella presentó dos instalaciones de grandes dimensiones en Portugal (Casa da Cultura de Ílhavo y Edifício da INATEL, Braga). La artista participa de exposiciones colectivas en Portugal desde el 2017, en el Perú desde el 2014 y en el Brasil desde el 2002, de las quales se salientan Loops Lisboa – 4ª edição (MNAC, Lisboa, 2018), Concurso de Arte Contemporáneo Joven (CCRP, Lima, 2014) y Paradoxos Brasil – Rumos Artes Visuais 2005/2006 (CDMAC, Fortaleza; Paço Imperial, RJ; Instituto Itaú Cultural, SP).

 

Su método elabora de modo similar al de la creación mítica, o al de la formación del pensamiento, yuxtaponiendo capas inconexas para instituir sentidos. Sus piezas son normalmente pasibles a múltiples interpretaciones, demostrando un interés en llevar el público a articular las propias ideas. Esta falta de sentido dirigido hace eco, muchas veces, en una llave irónica.

Larín crea esquemas de interés democrático, sea practicando la apropiación no como robo, pero como un acto consciente que concibe la naturaleza contaminada del proceso creativo, sea reuniendo estéticas naifs a sistemáticas conceptuales, acciones cotidianas a efectos eruditos, lo útil a lo inútil, etc. Sus proyectos evidencian una dimensión afectiva y fomentan un sistema en que el capital contenga el espectro emocional, y en que la justicia no dependa del carácter humano. Llevando adelante la noción de sociedad plástica de Beuys, en la que la actuación artística emerge en las personas como una existencia responsable, el trabajo de la artista confronta la apatía, bajo una forma caracterizada por el cruce de estos aspectos híbridos.

 

Português

 

São Paulo, 1982.

De 2012 a 2016 residiu em Lima.

Desde 2017 vive e trabalha em Lisboa.

 

Letícia Larín é bacharel e licenciada em Artes Visuais (Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP, São Paulo, 2001 a 2004, e 2008), realizou um intercâmbio na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts, ENSBA (Paris, 2004 a 2005), e cursou o mestrado em História da Arte da Pontificia Universidad Católica del Perú, PUCP (Lima, 2012 a 2013). Atualmente ela desenvolve o seu projeto de doutoramento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, FBAUL.

Em 2018, a artista apresentou uma performance no 515 Bendix (Los Angeles), em 2017 e em 2016, nos Festivais da Língua Portuguesa (Almodôvar), em 2017 na ABLI – Bienal de Arte de Lima, em 2016 na NNM Galeria (Lima), entre outros. Em 2018 ela realizou a residência Paul Artspace (St. Louis, MO), e em 2016, a Atalaia Artes Performativas (Almodôvar, PT) e a Rat Puerto Mitla Residencias Artísticas (Cidade do México).

Suas principais mostras individuais ocorreram Lima – Centro Cultural Ricardo Palma (2018) e Socorro Espacio Polivalente (2015) –, e em 2017, ela apresentou duas instalações de grandes dimensões em Portugal (Casa da Cultura de Ílhavo e Edifício da INATEL, Braga). A artista participa de exposições coletivas em Portugal desde 2017, no Peru desde 2014 e no Brasil desde 2002, das quais destacam-se Loops Lisboa – 4ª edição (MNAC, Lisboa, 2018), Concurso de Arte Contemporáneo Joven (CCRP, Lima, 2014) e Paradoxos Brasil – Rumos Artes Visuais 2005/2006 (CDMAC, Fortaleza; Paço Imperial, RJ; Instituto Itaú Cultural, SP).

 

A produção de Letícia Larín é transparente ao seu processo criativo. A atenção da artista com respeito a questões pessoais coaduna à sua preocupação social, sendo o fruto desta conjunção, a consciência sobre a função social do artista. Seu método elabora conforme ao da criação mítica, ou ao da formação do pensamento, justapondo camadas desconexas para instituir sentidos. Suas peças são normalmente passíveis a múltiplas interpretações, demonstrando um interesse em levar o público a articular as próprias ideias. Esta falta de sentido redunda, muitas vezes, em uma chave irônica.

Larín cria esquemas de interesse democrático, seja praticando a apropriação não como roubo, mas como consciência sobre a natureza contaminada do processo criativo, seja reunindo estéticas naif a sistemáticas conceituais, ações cotidianas a efeitos eruditos, o útil ao inútil, etc. Seus projetos evidenciam uma dimensão afetiva, e fomentam um sistema em que o capital contempla o espectro emocional, e em que a justiça não depende do caráter humano. Levando adiante a noção de sociedade plástica de Beuys, na qual a atuação artística emerge nas pessoas como uma existência responsável, o trabalho da artista afronta a apatia no cruzamento destes aspectos híbridos que caracterizam a sua forma.

Anúncios